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A crise do Sujeito na pós-modernidade

Leitura recomendada...  Por Josias Silvano de Barros em 25/01/2011 na edição 626.
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As relações interpessoais estão constantemente afetadas pelos pluralismos culturais, obscurecidas, tantas vezes, pela indústria cultural e mesmo pelas posturas sócio-espaciais que uma sociedade assume ao sopro da evolução técnica. Subjacentes a estas questões, identificamos, seguindo a ótica de Baumam (1998), acerca do sujeito na pós-modernidade, que as perdas nas relações humanas estão inseridas no contexto espacial que cada um assume.
Desta feita, o sujeito se torna flexível... Não se identifica como ser individual e chega ao ponto de não compreender quem ele é, qual seu papel na sociedade, de onde ele vem, para onde ele vai. É um sujeito líquido, 70% água – às vezes sólida, às vezes líquida, às vezes vapor. Daí, a falsidade humana (uma ideia alicerçada na complexidade lunática, uma combinações de ideias). Este aprisionamento caracterizado pela perda de um "eu", acaba por interferir nas ações/relações sentimentais, na relação pessoal.
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